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Para Onde Vamos

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E se as milenares monadas – ou os modernos entrelaçamentos quânticos – fossem capazes de encadear não só a matéria, mas também o espaço e o tempo? E se vivêssemos em um mundo no qual todas as coisas, lugares ou épocas estivessem amarrados por essas estruturas, de maneira que a leitura desse universo fosse muito mais uma questão de perspectiva que de ordem ou determinação?

Imagine que, sob este horizonte, espaço, substância, futuro e passado seriam fios de uma teia sem começo nem fim que conformaria o universo como uma trama absoluta, como um Aleph de Borges a refletir o tudo e o nada, os átomos e as galáxias, o eu e o você.

Imagine. Só imagine.